sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Pra Refletir

"Se o seu coração cansou de acreditar
No motivo que alimenta sua vida
Se no seu olhar alojou a solidão
Erga os olhos, busque a Deus na oração
Já é tempo de ver o sol
De esquecer a noite escura
De voltar ao primeiro Amor
Deixar-se envolver
Pelo abraço de Deus,
ouça Tua voz,
Ele lhe chama
E lhe diz que é tempo de voltar
Se você tentou,mas não conseguiu achar
Se você se perdeu,ficou sózinho no caminho
Erga o seu olhar,vale a pena acreditar
Deus está eternamente a lhe esperar."
Uma Questão de Escolha

O coração anda no compasso que pode. Amores não sabem esperar o dia amanhecer. O exemplo é simples. O filho que chora tem a certeza de que a mãe velará seu sono. A vida é pequena, mas tão grande nestes espaços que aos cuidados pertencem. Joelhos esfolados são representações das dores do mundo. A mãe sabe disso. O filho, não. Aprenderá mais tarde, quando pela força do tempo que nos leva, ele precisará cuidar dos joelhos dos seus pequenos. O ciclo da história nos direciona para que não nos percamos das funções. São as regras da vida. E o melhor é obedecê-las.Tenho pensado muito no valor dos pequenos gestos e suas repercussões. Não há mágica que possa nos salvar do absurdo. O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as realidades insiste em permanecer. São exercícios simples...Retire a poeira de um móvel e o mundo ficará mais limpo por causa de você. É sensato pensar assim. Destrua o poder de uma calúnia, vedando a boca que tem ânsia de dizer o que a cabeça ainda não sabe, e alguém deixará de sofrer por causa de seu silêncio. Nestas estradas de tantos rostos desconhecidos é sempre bom que deixemos um espaço reservado para a calma. Preconceitos são filhos de nossos olhares apressados. O melhor é ir devagar.Que cada um cuide do que vê. Que cada um cuide do que diz. A razão é simples: o Reino de Deus pode começar ou terminar, na palavra que que escolhemos dizer.É simples...
Padre Fábio de Melo

domingo, 21 de junho de 2009

Matou-lhe


MATOU-LHE
de modo cruel, ensinou-lhe o que jamais deveria
que não há ouro no fim do arco íris
que no final, nem sempre tudo dá certo
ao confundir-lhe, quanto ao significado do vocábulo "amigo", matou-lhe.
MATOU-LHE
quando mostrou-lhe que nunca soube o chão onde pisava
transformando em pesadelos, os seus sonhos
tirando de si o que tinha de melhor e mais humano
devolvendo-lhe em troca, a solidão
mostrando que sua luta era por algo fictício, matou-lhe.
MAS...
como disse certa vez, alguém especial
"ainda há jardim molhado..."
e "os olhos de menino(a) que não viram o que fiz por ti..."
HÁ DE RENASCER!
Sim! há de renascer um outro dia
pois seus espírito e essência eram imortais
irá, pois, renascer! Talvez não aqui, nem lá
talvez não com a mesma forma, cor, sabor
mas renascerá, mesmo que noutra vida, noutro universo...

sábado, 20 de junho de 2009

Colocar-se no lugar do próximo

Conforme prometido, irei colocar aqui mais uma das histórias do presidente americano Abrahan Lonconl, que pode nos dar uma ilustração de um das tarefas mais difíceis para a humanidade cumprir: colocar-se no lugar do próximo.
Em uma das batalhas durante a guerra civil que assolava a nação americana, uma delas pode nos trazer uma lição em especial. A batalha de Gettysburg. Fora uma batalha sangrenta que durou cerca de três dias, na quarta noite porém as tropas do General Lee, que faziam oposição à União, optaram por retirar-se da batalha e marcharam devolta ao sul, enquanto nuvens de tempestade rasgavam o céu espalhando chuvas e enchentes por toda aquela região. No caminho dessa fulga, Lee e seus comandados encontram um enorme rio transbordante na cidade de Potomac, parecia o fim pois enquanto as chuva não cessase, ficaria quase que impossível dar continuidade à fulga, o exército de revoltosos estaria naquela situação no que poderíamso chamar de "beco sem saída".
De posse da seguinte informação, o que fez o presidente? Aquilo que qualquer um de nós faria no seu lugar! Ordenou para o seu general Meade que aproveitasse a oportunidade única para capturar aquilo que sobrou do exército de Lee, seria o fim dos revoltosos e como consequência o fim da própria guerra. As tropas de Lee, estavam ali, acoadas, sem ter para onde fugir até que a tempestade terminasse. O general de Linconl, fez exatamente o contrário do que pediu o presidente. Ao invés de atacar imediatamente o já fragilizado exército de Lee, Meade reuniu o conselho de guerra para decidir se tal ataque às tropas que se refigiavam à margem do rio seria necessária. Até que o conselho se reunisse, e chegasse a uma decisão prática, as chuvas cessaram, o nível do rio baixou, e as tropas do General Lee poderam ir embora e fugir para o sul como pretendiam.
O presidente americano de fato ficara irritado. E quem no seu lugar não ficaria? Por pura burocracia fora convocado o conseljo de guerra para tomar uma decisão que se fosse colocada em prática ali, naquele momento, talvez significasse o fim da guerra e a prisão dos revoltosos.
Com a desobediência de Meade, Linconl chegou a escrever uma carta pública repugnando tal atitude do General, pode não cumprir uma ordem direta do presidente.
Tal carta porém, nunca chegou a ser publicada.
A batalha de Gettysburg havia sido uma das mais sangrentas da história daquela guerra. Uma batalha que durou três dias, de horror, de pesadelo! E Linconl estava ali, na segurança da Casa Branca, enquanto os generais e seus soldados não conseguiam dormir à noite ainda ouvindo os gritos de dores e horrrores que aconteceram naqueles dias. Pensando dessa forma, Liconl achou até natural que o general Meade não tivesse tanta ânsia em atacar e reviver durante ainda mais tempo as dolorosas lembranças daquela batalha.
Eis a tarefa mais difícil para qualquer humano: Colocar-se verdadeiramente no lugar do seu semelhante...

terça-feira, 16 de junho de 2009

A importância de expressar-se


Sempre gostei de ler um pouco sobre a história de algumas guerras. Besbilhotando algumas revistas velhas pude ler um pouquinho sobre a Guerra Civil que ocorreu lá pelas bandas de 1800 e uns quebrados, nos Estados Unidos da América. Estados sulistas e nortistas duelaram numa luta que chegava também a envolver a questão da abolição da escravatura.
Mas não era exatamente sobre isso que eu queria escrever, mas sim, sobre o quão importante é a atividade do desabafo, a atividade de simplesmente expressar-se.
Abraham Liconl (nem sei se é assim que se escreve) era o então presidente daquela nação. Com a demora do término da guerra, o presidente já se encontrara literalmente esgotado, não fisicamente como também mentalmente. Era um período de difíceis decisões, pressões de todos os lados e Licoln precisava conseguir de algum modo a solução para tal conflito sem prejudicar ainda mais o país. Ambos os lados o pressionavam pela assinatura ou não da abolição, de acordo com o interesse de cada. Ao refurgiar-se na Casa Branca durante seu momento de "desespero mental", o Chefe da Nação pediu que um mordomo, que servia um café sentasse e ficasse ali por alguns instantes. O Mordomo pouco entendia de política, de relações humanas, nem da natureza humana, mas atendendo a "ordem" de um "chefe", ali sentou-se e simplesmente pôs-se a ouvir os desabafos e as histórias, e angústias do então presidente americano. O empregado chegou a ficar com Lincoln naquela sala por cerca de três horas, mas após a saída do mordomo o presidente estava um pouco mais leve, e após uma série de medidas posteriores pode então solucionar o conflito, e alguns probleminhas a mais pelos quais passava a nação.
Teria o mordomo dado um super conselho que ajudou Lincoln naquela situação? Será que o Mordomo era um excelente conhecedor de política e ajudou Linconl com alguma idéia alternativa?
Lógico que isso era possível, mas no meu modo realista de ver, um pouco improvável. Para mim, o simples ato de sentar-se e mostrar-se disposto a ouvir as angústias e pressões pelas quais passavam o presidente, é que de fato o ajudara na resolução de alguns problemas. Ele era letrado em política, aliás não se chega à toa ao comando de uma nação. Naquele dia, Linconl não queria nenhuma ajuda mágica, ele não queria nenhum conselho que acabasse com aquilo instantaneamente. Não! Ele sabia que uma solução mágica era impossível!
Tudo que ele queria, e precisava, era apenas de alguém que de algum modo mostrar-se disposto com sinceridade, e realmente interessado em suas angústias.
Transportando isso para os dias de hoje, fico me perguntando quantas vezes deixei algum amigo "de lado", por não ter tempo para ouví-lo, por se preocupar em primeiro em resolver a minha vida e minha situação. Hoje eu percebeo que não era nem necessário que eu resolvesse os problemas do meu amigo, nem era necessário que eu achasse uma soluçãomágica que resolvesse tudo naquele momento. Tudo que precisamos, na verdade é simplesmente nos transformarmos no mordomo de Lincoln, e assim como ele, saber ouvir alguém com o real interesse de ajudá-lo em seu desabafo. Desabafo, que por si só trás a paz de espírito necessária para se criar dissernimento nas tomadas de decisões.
Hoje sou eu quem talvez esteja vivendo o outro lado da moeda, sentindo uma necessidade enorme de conversar algo com alguém que eu queria muito tivesse vontade de ouvir-me, percebo até que o próprio nascimento desse blog tenha sido uma alternativa minha para isto.
Breve, postarei aqui (depois) uma segunda história sobre Linconl na época da guerra, que talvez ajude muita gente a melhorar o mundo.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

abre o olho, levanta e luta!


"É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida..."
( Bob Marley)

Mais um convocado...

Apesar de algumas situações um pouco conturbadas na noite de hoje, agora a pouco pude receber uma notícia esperançosa. Trata-se de mais uma convocação para o Banco do Brasil. Com a convocação deste candidato, agora restam apenas mais 16 convocados até chegar o meu nome, vale lembrar que o concurso tem validade até setembro de 2011, esse é o prazo para que chegue até meu nome.
Não é lá grande coisa, no que diz respeito ao salário, mas com certeza vai ajudar e muito a organizar a minha vida e por em prática alguns planos, viajar pelo menos uma vez no ano para um lugar legal... e de quebra poder me livrar um pouco do stress que é trabalhar naquele Detran-SE.
É isso pessoal, um forte abraço!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Freguês tem sempre razão


7 jogos, 3 vitórias, 3 empates e apenas uma derrota. Esse é o retrospecto do meu Sergipe nos clássicos contra o Confiança no ano de 2009. Ontem pude finalmente matar a saudade de minha segunda casa (o Batistão), depois daquela noite fatídica de quarta feira onde perdemos o título para o nosso rival. A chuva afastou um pouco o público, mas a causa também era nobre: toda a renda da partida seria revertida para a APAE, que no último mês havia fechado as portas por conta da falta de recursos para continuar suas atividades aqui no nosso Estado.


Dentro de campo, joguinho mais ou menos onde vencemos as dragonetes por 2 a 1. O primeiro gol marcado foi contra, de Valdson, e o segundo numa cabeçada de Mateus.
O recado que deixo para elas (elas sabem quem são) é que com esse time de vocês, não dá pra chegar a lugar algum, ainda não conseguiram vencer ninguém desde a final do Estadual.
No mais: o Freguês tem sempre razão, e.... CHUPA QUE É DE UVA!